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António José Gomes - Benemérito Almadense

Sábado, 27.09.14

António José Gomes, benemérito almadense, nasceu na Cova da Piedade em 6 de Julho de 1847. Seus pais, Manuel José Gomes e Rita Gomes, eram naturais do vizinho concelho do Seixal, e proprietários de vários moinhos de vento na região. António José Gomes foi um importante industrial moageiro. Gostava da arte e da cultura, tendo lugar reservado no teatro da Sociedade Filarmónica União Artística Piedense para assistir a peças teatrais.

Mandou construir em seus terrenos a escola primária da Piedade e, pagava do seu bolso, o ordenado dos professores.

As crianças da escola tinham as refeições oferecidas por este benemérito que, em vida, pugnou pela sua terra e pelos mais desprotegidos. Foi um dos fundadores da Banda da Sociedade Filarmónica União Artística Piedense. O Palacete António José Gomes, mais conhecido por Palácio e Chalet, foi a grandiosa obra onde habitou António José Gomes, o primeiro a trazer a cultura do telefone e do carro para a freguesia da Cova da Piedade.

Após a sua morte - em 1909 -, a viúva e os seus filhos ofereceram o Palácio para sede da SFUAP.

Fontes consultadas:

 inhttp://www.almadaintemporal

http://www.m-almada.pt/

Monumento de Homenagem ao Ilustre Homem de Almada
A antiga escola primária da Piedade mandada construir  em 1909 por António José Gomes, e terminada em 1911, pela viúva.
O Palácio de António José Gomes no Largo 5 de Outubro
Avenida António José Gomes na Cova da Piedade

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Jantar Dançante a favor da Igreja Matriz

Quarta-feira, 24.09.14


A Voz de Portugal, 1 de Setembro de 2004



O jornal A Voz de Portugal que se publica no Canadá, noticiava na edição de 1-4-2004, " um jantar dançante em benefício da Igreja Matriz de Torroselo".


Os torroselenses, mesmo longe da sua terra natal, não esquecem a terra que os viu nascer e, tudo fazem, para angariar fundos para os melhoramentos de que a aldeia necessita. Neste caso, foi a favor das obras de restauro da Igreja.


Parabéns a todos que, mesmo longe deste cantinho que nos serviu de berço, mantêm uma ligação forte às origens e, se disponibilizam, a colaborar no engrandecimento e desenvolvimento de Torroselo.

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por António Madeira às 08:59

Vila Flor (III)

Quarta-feira, 24.09.14








Com estas imagens, fica uma dica, visitem Vila Flor e toda a região envolvente.  




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por António Madeira às 08:47

Vila Flor (II)

Terça-feira, 23.09.14




Solar da família Sobral Pastor



Numa tarde quente de Agosto, Vila Flor, fica deserta de gente nas suas ruas e vielas. Ou, não estivessemos a falar da Terra Quente Transmontana! O calor convida as pessoas a ficarem recolhidas em casa, poucos se aventuram a passear . 






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por António Madeira às 09:19

Vila Flor (I)

Segunda-feira, 22.09.14

Capital do Azeite, no coração da Terra Quente Transmontana, a Sul do Distrito de Bragança, Vila Flor conta com cerca de 8 mil habitantes, distribuídos por 19 freguesias, numa área total de 272 Km2. D. Dinis, Rei Poeta, aquando da sua passagem por este burgo até então denominado por "Póvoa d´Álem Sabor", ficara encantado e rendido à beleza da paisagem e, em 1286, carinhosamente a re-baptizou de "Vila Flor". Cerca de 1295, D. Dinis manda erguer, em seu redor, em jeito de protecção, uma cinta de muralhas com 5 portas ou arcos. Resta o Arco de D. Dinis, monumento de interesse público.

A Idade Média deste “ramalhete de cravelinas e bem-me-queres”, como lhe chamou Cabral Adão, é florescente, recebendo especial impulso com o acolhimento de famílias judaicas fugidas às perseguições europeias e que aqui foram desenvolvendo a agricultura, o comércio e as indústrias de curtumes e ourivesaria. D. Manuel I viria, mais tarde, a atribuir novo Foral a Vila Flor, reformulando o anterior, em Maio de 1512, o qual pode ser apreciado no Museu Municipal D.ra Berta Cabral. De carácter anti-judaica, a politica de D. Manuel I significa a expulsão dos judeus do Concelho mas ainda podem ser apreciadas ruínas de habitações e pedras da calçada das Ruas Nova, do Saco e da Portela, herança deste período remoto.

 

Rico em história, tradições, monumentos e gentes, o Concelho é também referência pela excelente qualidade dos seus produtos agrícolas que brotam do fértil Vale da Vilariça. Empresas como as Frize e a Sousacamp, conhecidas dentro e fora das fronteiras lusas, também fazem parte do património desta terra. Famosos na arte de bem receber, os alojamentos em Vila Flor incluem, para além de um Hotel, Agro Turismo e Turismo Rural. No verão, este "burgo alpestre" é procurado por centenas de turistas oriundos de vários cantos do país e estrangeiros, pela riqueza verdejante do seu Parque de Campismo.

Fonte:http://www.cm-vilaflor.pt/historia/

Imagens de Vila Flor, terra de bom azeite, vinho, amêndoa, batata e outros produtos que a terra dá.
Rica em património religioso, com bonitas igrejas e santuários, com destaque para o Santuário de Nossa Senhora da Assunção, na freguesia de de Vilas Boas.  Na Vila, a não perder, uma visita à Igreja Matriz, Igreja da Misericórdia, Museu Municipal Dra.. Berta Cabral,  Posto de Turismo, Fonte Romana, Arco de D. Diniz, Parque de Campismo e Piscinas Municipais.

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por António Madeira às 09:18

Imagens da Terra Quente Transmontana (II)

Sexta-feira, 19.09.14








A Banda Municipal de Alfândega da Fé a abrilhantar uma festa religiosa numa aldeia do concelho de Carrazeda de Ansiães, -  Trás-os-Montes.


A Banda Municipal de Alfândega da Fé foi fundada em 2002. É um projecto da Câmara Municipal que, surgiu no concelho, após a extinção das bandas dos Bombeiros e de Sambade. Está integrada na Associação Musical de Alfândega da Fé.

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por António Madeira às 09:58

Imagens da Terra Quente Transmontana (I)

Quinta-feira, 18.09.14





Pequeno "rafeiro" à sombra do carro. Ficou assustado com a presença do fotógrafo.



O "bolinhas" acordou para "pousar" para a fotografia.



Esta abóbora parece que vai cair, mas não. O dono anda por perto...



Imagens como esta... só no mundo rural, Aqui, ninguém tem tentações para roubar.







Retratos do país real. Aldeias sem gente, casas abandonadas, outras, à procura de novo dono que, tarda em aparecer.

Podiam ser imagens da nossa terra, mas não, estas, são de uma qualquer aldeia de Trás-os-Montes.



Percorremos as ruas e caminhos e, o que vimos? Casas fechadas, casas para venda, alguns cães vagueando, outros mais, recolhidos à sombra, gente muito pouca, alguns campos cultivados pelos idosos que, vão resistindo, com as poucas forças que lhe restam.

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por António Madeira às 08:44

Sede da ABSST (II)

Terça-feira, 16.09.14




A sede da Associação com  o seu bonito jardim frontal. 


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por António Madeira às 10:17

Sede da ABSST (I)

Terça-feira, 16.09.14





A sede da Associação de Beneficência e Solidariedade Social de Torroselo.

Uma obra social de apoio aos idosos da nossa terra e região.

Parabéns aos timoneiros desta instituição pelo trabalho desenvolvido em prol dos nossos seniores. 


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por António Madeira às 10:00

Confeitaria A Primorosa

Quinta-feira, 11.09.14
Esta moldura está em Torroselo em casa de um familiar, afastado, de José Leonardo Pereira.
Trata-se do edifício nº 130 da Rua de São Paulo, onde funcionou a Confeitaria A Primorosa. Os "jovens" da minha geração ainda se recordam das amêndoas que, pela Páscoa, eram oferecidas pelo senhor Pereira  às crianças da Catequese  de Torroselo.
Os escritórios e armazéns ficavam nos andares superiores desta afamada casa, que, era considerada na época, uma das melhores confeitarias de Lisboa.
O Diário de Notícias, publicava em 10 de Janeiro de 1910,  este interessante anúncio:

 «Bolo-Rei- Vem de longa data a justa fama do delicioso Bolo-Rei da Confeitaria Primorosa, da R. de S.Paulo, 130 e 132, na verdade é um dos melhores que se fabricam em Lisboa.
Por isso têm sido numerosas as formadas, que se prolongam ainda por toda esta semana, visto ter uma extracção rápida essa tão fina especialidade.»

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por António Madeira às 14:01


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