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Correio de Torroselo

Defensor dos interesses de Torroselo, de Seia e da Região da Beira Serra

Correio de Torroselo

Defensor dos interesses de Torroselo, de Seia e da Região da Beira Serra

28/11/14

Ciclo de Conferências “100 anos da aviação comercial”

O Município de Seia vai promover, nos dias 13 e 14 de dezembro, na Casa Municipal da Cultura, um ciclo de conferências alusivas ao centenário da aviação comercial, que se assinala este ano.

O ano de 2014 é marcado pelo centenário da Aviação Comercial. Ao longo do século passado, a aviação comercial transformou o mundo de uma maneira impossível de se imaginar em 1914. Hoje a indústria da aviação reúne pessoas, liga culturas, amplia as mentes, abre mercados e promove o desenvolvimento.

O ciclo de conferências procura fazer uma abordagem em torno desta evolução, nas várias vertentes, contando, para isso, com a presença de vários representantes da aviação comercial em Portugal.

“100 Anos de Aviação Comercial – um pouco de história”, “Politica Nacional sob a perspetiva do desenvolvimento do transporte aéreo”, “Diz-me quem o construiu, dir-te-ei como voá-lo”, “O Céu como Limite” e “Tripulações na rota do Mundo” são os temas dos painéis que vão ser apresentados no dia 13.

O papel do Aeródromo Municipal de Seia ao longo dos 20 anos de existência, a sua importância no contexto regional e na perspetiva nacional, é tema de debate na conferência do dia 14.

Fonte:CMS

Ciclo de Conferências “100 anos da aviação comercial”

25/11/14

Curiosidades...

3-12-1970.JPG

 

A Comarca de Arganil, em 3 de Dezembro de 1970 informava através do seu correspondente em Folhadosa, que " a colheita dos cereais não foi muito abundante".

Mais à frente podemos ler, que "os cultivadores ou rendeiros estão desanimados, visto que há pouca procura para os seus produtos" (...).

Lamentavam-se estes rendeiros de que "os géneros não pagam a despesa do amanho, tanto mais que por aqui não há pessoal que trabalhe no campo.

(...) Apenas saem da escola, logo se empregam nas fábricas, Os homens válidos, uns emigram, outros vão para as indústrias. Apenas ficam para trabalhar no campo meia dúzia de velhos, que já pouco produzem.

 

Há 44 anos era esta a real situação da agricultura nas nossas aldeias, hoje, piorou. Menos homens para trabalhar a terra, menos jovens para dar continuidade ao trabalho do campo, mais velhos que com dificuldade se vão arrastando, e que já pouco produzem. 

Os jovens já não vão para as fábricas, os homens válidos continuam a emigrar e as fábricas.... há muito que deixaram de laborar e dar trabalho  a milhares de trabalhadores.

 

20/11/14

Falecimento

Faleceu o senhor António Coragem, de 92 anos de idade, natural de Torroselo, mas grande parte da sua vida foi passada em Angola de onde regressou em 1975

Quando regressou de Angola passou a residir em Lisboa e estabeleceu-se com um restaurante no bairro da Ajuda.  Nos últimos  anos regressou a Torroselo e, aqui vivia com sua esposa, no bairro da Cruz-Alta.

Partiu mais um bom torroselense e dedicado amigo da Banda. 

O seu corpo está na Capela de São Bento de onde partirá para o cemitério paroquial, amanhã, pelas 10.30 horas.

Sentidos pêsames aos seus familiares.

Falec. Torrozelo.jpg

 

19/11/14

...

Da Capital para a Serra

20684.jpg

 

 

O “Correio” largou sete minutos depois da tabela, conhecedor como está de que aqueles que lhe utilizam as passagens têm de deixar as coisas arrumadas e recorrem às noites por que os dias lhes fazem contar as horas como os estenógrafos contam os minutos pelos relógios de areia.

A Capital ficara no turbilhão dos milhões de casos e milhares de problemas que a supercivilização criou ou que a habilidade dos homens esculpiu na sua existência, acicatados os egoísmos exagerados sem olhar para a Moral que dá às virtudes de abnegação e altruísmo o realce do que pela grandeza de sentimentos se impõe por si próprio.

O “Correio” com ou sem motorização Diesel, não sente a febril actividade que acelera de mais em mais o ritmo dos negócios, a angustia dos que se estorcem na Dor ou diluem a mágoa no seio embaciado do íntimo, a preocupação desnatural ou frívola do ócio que busca no espaço a maneira de matar o tempo do dia seguinte, - e transporta com a mesma gelada indiferença as gentes que pelo Natal se aconchegam à Família com alvoroço, revivendo a tradição e o convívio dos que lhes rodearam o berço de afectos sem fantasias...

Assim, o “Correio” parou na Estação Velha como parara em tantas outras. Àquelas horas da madrugada Coimbra dormia o sono solto, sem serenatas no Choupal nem esturdias em Santa Clara.

Os primeiros rumores da faina que vai começar são dados pela camionagem que pela Estrada da Beira alcança a Serra, por S. Romão.

Manhã clara, da Serra de S. Pedro Dias os passageiros procuram com ansiedade nos horizontes do Nordeste as primeiras claridades das neves que coroam as cumeadas da grande montanha portuguesa. Em baixo o Alva está submerso na névoa espessa que cobre o fundo do vale. A subida começa a desenvolver-se entre pinheiros escorrendo gotas de água semelhando cristais límpidos, aproxima-nos cada vez mais dos contornos da serrania hermínica e o Mont’Alto mal obscurece a visão da sua capela a meio da cordilheira.

O avanço para a região das grandes altitudes põe nota de viva curiosidade na lotação da camioneta. O Colcorinho está oculto pela bruma cinzenta que em pedaços vai deslizando até à Senhora das Preces. Uma réstia furtiva de sol, como um alento que renasce sob o domínio das torres altivas de Sant’Ana, esbate Oliveira do Hospital cobrindo-lhe de doce luz os telhados umedecidos pela geada. Mas o tempo de Inverno não esmorece as almas rústicas, que na sua simplicidade se aproximam bem da modéstia em que quis nascer o Rei dos Reis. Os presépios das aldeias refletem bem o triunfo sem ruido da humildade.

Frente à Montanha, no trilho que disfruta a paisagem sobre o Alva, novamente à vista, a poesia da neve impele já a sensibilidade:

 

E cândida também, a branca, a linda neve

Por sobre a Serra alveja além, mui ao de leve...

A neve!... A neve!... Como ela se vê brilhar!...

Ó neve! Ó neve! Quero em teu seio sonhar...

 

In “A Serra da Estrela e o Herminismo em Pleno Desenvolvimento”, de Francisco Mendes Póvoas, Torroselo, Janeiro de 1957

 

17/11/14

Gisela João no Teatro Cine de Gouveia

Gisela João, considerada uma das grandes referências do fado contemporâneo, vai atuar no próximo dia 6 de Dezembro, às 21h30, no Teatro Cine de Gouveia.

 

Apelidada de “fenómeno” pela crítica, a fadista que se estreou em 2013 com o seu primeiro disco a solo “Gisela João”, vai estar em Gouveia, no dia 6 de Dezembro, para dar a conhecer aos gouveenses aquele que foi considerado o melhor álbum nacional do ano de 2013.

Nascida em Barcelos, Gisela viveu alguns anos no Porto, de onde depois partiu para Lisboa de modo a levar a cabo o sonho de uma carreira no fado. Em Lisboa cantou em muitas Casas de Fado, que a catapultaram mais tarde para grandes salas como o Auditório do Centro Cultural de Belém e o Teatro São Luiz.

O disco que lançou a 1 de Julho de 2013 alcançou o primeiro lugar no top de vendas nacional em apenas duas semanas e foi considerado pela grande maioria dos críticos de música o “mais importante disco de estreia de um artista português no século XXI”. Este primeiro disco também lhe valeu o prémio revelação Amália, a quem o seu talento já por várias vezes foi comparado.

Fonte: CMG

15/11/14

1ª Página do Diário de Lisboa, de 15 de Maio de 1967

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  Esta, era a capa da 1ª página do Diário de Lisboa de 15 de Maio de 1967.

Nunca esquecerei este dia! O motivo é muito simples, mas de um grande significado para mim: nesta segunda-feira de 15 de Maio, do longínquo ano de 1967, vim para esta grande cidade que se chama Lisboa. Foi a seguir à festa das Papas, ou dos Carolos, como também é referenciada esta conhecida festa que se realiza em Torroselo há longos anos e sempre no 2º Domingo de Maio.

Como podem imaginar, tudo era novidade e confuso para um jovem de 14 anos que nunca tinha saído da sua  terra e de junto da sua querida mãe. 

Apesar da tenra idade com que abalei, dos bens materiais que não deixei lá, dos familiares que já partiram, apesar de tudo isso e tudo o mais, Torroselo, a terra que me viu nascer, permanece sempre, sempre no meu coração. 

Visito-a sempre que posso, - agora com mais frequência -, mas cada vez encontro menos gente do meu tempo! Muitos já partiram para a eternidade, outros, andam pelo mundo à procura de uma vida melhor, e poucos  restam para abraçar... mas, é sempre bom regressar, rever os locais que me marcaram; o Cimo do Pátio, onde descalços, jogávamos futebol mudar aos 5 e acabar aos 10, algumas varandas antigas onde, nos dias mais chuvosos, se jogava às cartas feitas de maços de tabaco,  as Quelhas, os caminhos e veredas que na infância percorri. 

13/11/14

XVII Jornadas Históricas - “A Casa e a Família”

“A Casa e a Família” é o tema central da 17ª edição das Jornadas Históricas, que se realiza na Casa Municipal da Cultura de Seia, de 13 a 15 de novembro.

O conceito CASA e FAMILIA na história, a sua evolução política, educacional, cultural e social e o progresso arquitetónico da CASA e a sua adaptação ao modus vivendi são os motes para o intenso debate, de dois dias e meio, nas Jornadas Históricas de 2014.

As Jornadas decorrem de 13 a 15 de novembro, no auditório da Casa Municipal da Cultura de Seia, e, à semelhança das edições anteriores, contam com um painel de conferencistas de reconhecido mérito científico e académico.

Para o primeiro dia estão agendadas intervenções de Raquel Vilaça, do Instituto de Arqueologia - Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, com uma abordagem sobre os “contextos quotidianos e espaços familiares de grupos sociais pré-históricos”; de Maria Helena Cruz Coelho, da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, com o tema “a casa e o paço real – linhagem, vassalidade e domesticidade”; e de Lúcia Moura, do Centro de Estudos de História Religiosa – Universidade Católica Portuguesa, com uma exposição alusiva ao “espaço doméstico como oratório”.

No dia 14 de novembro, os trabalhos prosseguem com apresentações sobre “Família e organização do espaço doméstico – perspetiva comparativa”, por Rui Cascão, da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra; “Home is where your heart is. Experiências familiares de pertença geográfica e resiliência territorial”, por Fátima Velez Castro, do Departamento de Geografia – Faculdade de Letras de Coimbra; e “Modos de habitar no Portugal Contemporâneo”, por Sandra Marques Pereira, da DINÃMIA- CET, ISCTE-IUL Instituto Universitário de Lisboa.

Durante a tarde os painéis integram temas como “Casas nobres e burguesas no séc. XVIII: de templos de virtudes a espaços lúdicos”, por Maria Antónia Lopes, da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra; “Cenas da vida familiar na pintura europeia do séc. XVII ao séc. XIX”, por José Manuel Tedim, da Universidade Portucalense; “uma casa portuguesa sem certezas: o habitar na literatura portuguesa (séc. XIX – XX)”, por Joana Duarte Bernardes, da CeisXX; finalizando o dia com o tema “da casa do Mestre ao edifício da Escola. A fabricação de um espaço público de educação de ensino”, por Luís Mota, do Instituto Politécnico de Coimbra, Escola Superior da Educação, IPC;ESE/GRUPOEDE; CEISXX;UC.

O programa continua pela noite dentro, com a representação dramática “DESPERTAR DA PRIMAVERA de Frank Wedeking”, uma adaptação livre do Grupo de Teatro da Ludoteca Municipal.

No último dia vão estar em debate, durante a manhã, “Quem casa quer casa: a evolução do espaço doméstico no século XX”, apresentado por Susana Lobo, do Departamento de Arquitetura - Universidade de Coimbra; “A perspetiva territorial da casa: relações de poder, disputas espaciais e cidadania”, uma exposição de João Luís Fernandes, do Departamento de Geografia da Faculdade de Letras de Coimbra & Centro de Estudos de Geografia e Ordenamento do Território; “Casa-crise ou a normalização do habitar: um século de arquitetura”, por Rui Ramos, da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto.

A tarde fica reservada para abordagens sobre “Casamento e/ou Matrimónio”, apresentado por Anselmo Borges, Padre na Sociedade Missionária Portuguesa, e “A casa, quem lá vive e a passagem do tempo”, uma exposição a cargo do diretor do Museu Nacional de Etnologia de Lisboa, Joaquim Pais de Brito.

As Jornadas Históricas são promovidas pelo Município de Seia, através do Arquivo Municipal, e coordenadas, à semelhança das edições anteriores, por Fernando Catroga, professor catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.

A participação nesta formação equivale a 1 crédito, acreditação do Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua, aplicável a educadores de infância e docentes do ensino básico e secundário

XVII Jornadas Históricas - “A Casa e a Família”

 

Fonte:CMS

10/11/14

Falecimento

Após longo sofrimento, faleceu esta madrugada vitima de doença prolongada, António Henrique Almeida Sousa, de 64 anos de idade, filho de Manuel Sousa e de Ascensão Almeida Sousa. Era casado com Maria da Conceição Rodrigues Sousa. Tinha três filhos. Perdi um amigo, e Torroselo perdeu um filho dedicado que, muito amava a sua e nossa terra. Para toda a sua família, principalmente sua esposa, filhos, irmão e demais familiares, envio os meus sentidos pêsames, ao mesmo tempo que peço a Deus que o tenha junto de si e que descanse em paz.

O funeral realiza-se amanhã, dia 11, pelas 16.00 horas, para o cemitério de Torroselo

Fal Torrozelo (1).jpg

 

 

08/11/14

Experiências na Montanha - Apanha do Medronho na Teixeira

Apanha do Medronho, degustação de produtos típicos e passeio pelos antigos alambiques e lagares são os motes para visitar a aldeia da Teixeira, concelho de Seia, no dia 22 de novembro.

A atividade está enquadrada no Plano de Animação das Aldeias de Montanha e é organizada pela Associação dos Amigos da Teixeira e a ADIRAM – Associação de Desenvolvimento da Rede das Aldeias de Montanha, com o apoio do Município de Seia e da Junta de Freguesia de Teixeira.

Com esta ação, à semelhança do ano passado, a organização propõe aos visitantes a oportunidade de viver uma experiência genuína e única assente nos valores naturais e culturais desta Aldeia de Montanha, com enfoque na tradicional apanha do medronho, fruto utilizado na produção da “mais fina e cristalina aguardente”, a denominada “pelicórdia” (aguardente de medronho).

A sede da Associação dos Amigos da Teixeira é o ponto de partida para a colheita do medronho, coletividade que, ao final da manhã, convida para uma pequena degustação de produtos típicos. Segue-se depois um breve passeio pela Teixeira, uma oportunidade de conhecer antigos alambiques e lagares que, embora já não se encontrem em funcionamento, são património indissociável desta aldeia serrana.

O fruto do medronheiro, a par do mel e da prática agrícola, constitui há muito um dos meios de subsistência das populações locais. A tradição da apanha do medronho pelas “gentes” da Teixeira está associada à predominância de medronheiros na região, com especial incidência nas Pedras Lavradas. Muito embora, o incêndio de 2005 tenha consumido grande parte das árvores existentes, a ação de reflorestação promovida nos anos subsequentes permitiu restaurar a capacidade produtiva florestal, tendo sido plantados medronheiros em 32,82 hectares, entre outras árvores autóctones. O projeto foi, na altura, patrocinado pela Fundação Focus - Assistência Humanitária e permitiu reativar uma das principais fontes de receita destas populações, a produção da aguardente de medronho da serra da Estrela.

Fonte:CMS

Experiências na Montanha - Apanha do Medronho na Teixeira

07/11/14

Testemunhos Para A História De São Romão

Externato de Nossa Senhora da Conceição

 

 

Estabelecimento de ensino liceal fundado em S. Romão por D. Maria de Jesus Martins Manta e pelo Rev. Padre José Moreira Martinho que foi o seu primeiro Director. O alvará que autorizava o seu funcionamento foi passado em 31-8-1955 e o Colégio iniciou as aulas em Outubro desse ano apenas até ao 2º ano liceal e em casa particular. Mais tarde o ensino foi alargado até ao 5º ano (agora também chamado 9º de E. O.). Passado algum tempo o Comendador Evaristo Nogueira apercebendo-se do alcance da obra que se estava a realizar prestou-lhe várias ajudas. A mais valiosa das quais foi mandar edificar a expensas suas um amplo edifício no Outeiro, para que com instalações apropriadas pudesse receber alunos cujo número ia progressivamente aumentando. Mais tarde aquele benemérito comprou também a casa de João Fragoso da Rocha para lá instalar um internato. O Colégio encerrou a sua actividade por volta de 1970. Agora à distância temos que reconhecer que a criação do Externato de N. Senhora da Conceição foi uma iniciativa arrojada que beneficiou largas centenas de jovens que tiveram oportunidade de se valorizar sem terem necessidade de sair do seu ambiente familiar.

 

 

In Testemunhos Para A História De São Romão, de A. Rocha Fontes, Torroselo, Junho de 1988

 

(foto da net)

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