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Correio de Torroselo

Defensor dos interesses de Torroselo, de Seia e da Região da Beira Serra

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Nelson Mandela, um longo caminho para a liberdade

Estou a ler  "Um longo caminho para a liberdade", autobiografia de um grande líder político que muito aprecio, e todo o Mundo respeita: Nelson Mandela.

Deixo um pequeno texto que retirei do livro, que nos mostra a grandeza e a humildade deste combatente da liberdade, da democracia e da fraternidade entre os povos. Um Homem bom que soube perdoar.

 

"Dediquei toda a minha vida à luta do povo africano. Lutei contra o domínio dos brancos, tal como lutei contra o domínio dos negros. Sempre defendi o ideal de uma sociedade democrática e livre, em que todas as pessoas vivam juntas e disponham das mesmas oportunidades. É por esse ideal pelo qual estou preparado para morrer".

 

 

Fotos da net

Imprensa regional de Seia

Em 13 de Agosto de 1986 foi publicado o Nº 1 (III Série) do jornal Seia Nova. O Director, Editor e Proprietário era José António Fernandes Camelo. A redacção estava localizada na Arrifana e delegação em Lisboa. Fui assinante deste jornal que, conheci, por intermédio do meu amigo e companheiro do serviço militar, Guilherme Bento, também ele natural da Arrifana.

A vida deste jornal foi curta, as assinaturas não cobrem os custos de produção e, sem publicidade... não há jornal que aguente.

Primeira página do Nº 1 do Seia Nova
Ficha Técnica e Estatuto Editorial
850 anos do 1º Foral de Seia
Fiagris - Feira Industrial e Agrícola de Seia

A Lã e a Neve, de Ferreira de Castro

 


Romance de Ferreira de Castro publicado pela primeira vez em 1947. Retrata a dura realidade da vida do povo, através do relato da vida de Horácio. No sonho de construir uma casinha decente, esta personagem abandona a pastorícia da Serra da Estrela, onde lutava contra as tempestades, e vai para a fábrica da Covilhã, onde tem de lutar contra a prepotência dos capitalistas. Horácio, namora Idalina e sonha ser tecelão, ter uma casa confortável e progredir na sua carreira. Ao conseguir emprego na fábrica de tecelagem, casa-se e ascende a "operário", mas vê-se obrigado a viver num casebre. Alguns operários, especialmente Marreta, nutrem esperanças de um mundo melhor para os deserdados da fortuna. Marreta torna-se amigo de Horácio, este, retribui a amizade e, visita-o com assiduidade, no casebre em que vivia em Aldeia do Carvalho. Marreta, - tal como tantos outros operários -, é despedido quando já não produz o que os patrões querem. Sozinho, sem família, e sem meios de subsistência, vai para o Albergue dos Pobres. Horácio continua a visitá-lo. Com o término da guerra, a morte de Marreta, a continuação de tudo e a resignação de Horácio, finda o romance.