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Correio de Torroselo

Defensor dos interesses de Torroselo, de Seia e da Região da Beira Serra

Correio de Torroselo

Defensor dos interesses de Torroselo, de Seia e da Região da Beira Serra

13/05/14

Salvem as Bandas Filarmónicas! (Artigo de opinião do Maestro Virgílio Mendes da Silva)

Boletim Cultural nº 21, Novembro de 2009. Edição da Fundação Inatel, Agência da Guarda
Entrevista a Marco Paulo Santos
O Boletim Cultural da Fundação Inatel, Agência da Guarda, Novembro de 2009, publicou uma entrevista com Marco Paulo, maestro da Banda Torroselense. Neste mesmo número um interessante artigo de opinião do conceituado maestro senense, Virgílio Mendes da Silva.
Outros artigos e reportagens com colectividades do nosso concelho; "Associativismo no concelho de Seia", por Mário Jorge Branquinho, "Cine-Eco -garantia de qualidade", por Amândio Silva, "Os Mendes", breve história de uma família senense, "Rancho Folclórico de Paranhos", grupo federado, "Teatro aprende-se em Seia", por José António Baptista, "Cise: uma estrutura na Serra", por Ana Fonseca.
 
11/05/14

Ruralidades

As galinhas no galinheiro
As couves já foram... só ficaram os troncos
As alfaces protegidas dos pardais
  
A couve galega para fazer o bom caldo verde 
Estas imagens do mundo rural são um bom tónico para, quem como eu, nunca esquece as suas origens rurais e humildes.
Não são imagens de Torroselo, mas sim do nordeste transmontano - a terra da minha mulher -, e foram captadas na Páscoa.
Passados que são, 47 anos da minha saída da terra que me viu nascer, continuo a amá-la como se nunca tivesse saído de lá. Mas, só fisicamente eu parti, o meu coração ficou lá. Afinal, quem é que não tem saudades da terra que o viu nascer? Uns mais, outros, um pouco menos, mas a saudade mora sempre em cada um de nós. Saudades dos caminhos e veredas, do cheiro da terra, do calor e do frio, dos companheiros de escola, dos amigos e dos vizinhos e de quem nos fez bem.
10/05/14

Recordações da minha passagem por terras de São Tomé e Príncipe em 74/75

Em 1975 na cidade de São Tomé
Com um grupo de jovens saotomenses e, com uma camisola do MLSTP, a pedir a "independência imediata"
Comício de apoio ao MLSTP, o movimento de libertação que viria a tomar o poder - em 12 de Julho de 1975 -, em São Tomé 
Com os amigos, junto à estátua do governador Silva Sebastião, na cidade de São Tomé
Por muitos anos que viva, nunca irei esquecer a minha comissão de serviço militar em São Tomé e Príncipe. Pelos amigos, pela terra, pelos seus habitantes, pelas suas belezas naturais e pela alegria de ver um povo a festejar  o seu direito à liberdade e à independência.
Sonho voltar a esta terra e, acalento sempre a esperança, de que um dia, possa realizar este meu desejo. Quero voltar à  terra em que, há 40 anos, o povo gritava:  “independência total ça cua cu pôvo mecê”!
08/05/14

Festa a Nossa Senhora do Rosário em Torroselo

A Comarca de Arganil, 25 de Setembro de 1931
Continuo a respigar na imprensa regional acontecimentos que foram notícia em Torroselo.
Esta, que aqui deixo, diz respeito à festa em Honra de Nossa Senhora do Rosário, Padroeira da nossa Paróquia.
Do programa constava "a arrematação  das ofertas ou fogaças, exibindo a filarmónica torroselense (...) um lindo e novo reportório, enviado há pouco do Brasil pelos nossos conterrâneos lá residentes".
Mesmo longe, em terras de Santa Cruz, os torroselenses não esqueciam a terra natal: desta vez, enviaram o novo reportório para a Banda.
 
07/05/14

Classificado de interesse público o Santuário de Nossa Senhora do Desterro, em São Romão

Foto da net

 O Governo classificou como “conjunto de interesse público” o Santuário de Nossa Senhora do Desterro, no Concelho de Seia, segundo uma portaria da Presidência do Conselho de Ministros publicada hoje em ‘Diário da República’.

O texto refere que as dez capelas do Santuário de Nossa Senhora do Desterro, no Distrito da Guarda, foram sendo sucessivamente erguidas ao longo de mais de 200 anos, “pelo menos entre 1650 (fundação da Capela de Nossa Senhora do Desterro, ampliada no início do século XIX) e 1892 (consagração da Capela da Senhora da Boa Viagem, ex-voto de doador particular).

O conjunto  evoca os ciclos da Infância e Paixão de Cristo, em diversos pontos coincidentes com a vida da Virgem Maria e os Mistérios do Rosário, representados “em imaginária ou pintura no interior das capelas, caraterizadas pela grande depuração arquitetónica, complementada por algumas fachadas de linguagem barroca”, acrescenta a portaria que classifica o conjunto.

As capelas estão distribuídas pelas duas margens do rio Alva, no Parque Natural da Serra da Estrela.

 

Fonte: http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?&id=100283

05/05/14

Carta da Serra da Estrela, artigo de opinião de F. Mendes Póvoas

Gazeta de Coimbra, Agosto de 1929
Artigo de opinião assinado por Francisco Mendes Póvoas, ilustre torroselense e  grande defensor do Herminismo. Hoje, como há 85 anos, sempre o mesmo problema: as vias de comunicação na região da serra da Estrela.
Continuamos com a "estrada real", a velhinha estrada da beira, para nos ligarmos ao litoral e a Espanha, até que um dia se conclua o IC6 e o IC7. Entretanto,  os municipios da região de Coimbra,  Beiras e serra da Estrela reunidos em Oliveira do Hospital, consideram fundamental a conclusão destes itinerários, nomeadamente o IC7 com a ligação a Fornos de Algodres e à autoestrada A25 e o IC6 até ao nó de Folhadosa.
04/05/14

Despertar os torroselenses da sonolência em que teem estado mergulhados

A Comarca de Arganil, 8 de Dezembro de 1935
Interessante e actual este artigo escrito em 1935 na Comarca de Arganil. Este "torroselense", assim assina a crónica, pedia a publicação daquelas linhas "para ver se desperto os meus patrícios da sonolência em que teem estado mergulhados, não pugnando pelos interesses da nossa linda terra - Torrozêlo, do concelho de Seia.
Faca-se, pois, por intermédio deste baluarte do regionalismo, uma propaganda intensa em favor da nossa vila e das suas  belezas encantadoras".
Um texto sempre actual, passados que são quase 80 anos, a nossa terra precisa de dinamismo, de ser divulgada, amada e acarinhada por todos que nela residem permanentemente ou, esporádicamente. 
Fico  com uma tristeza na alma, quando em qualquer cerimónia religiosa constato que, ninguém se oferece para pegar num andor, bandeira ou pálio.  E, não digam que não temos pessoas que o poderiam fazer. Temos, mas acomodam-se!
01/05/14

Parque da Paz - uma obra do Poder Local de Almada (3)

Um lago dentro da cidade!
Local especialmente destinado aos patos e outras espécies
Imagem obtida numa tarde soalheira de Primavera
O pato parece ter-se preparado para a fotografia
Estes, ficaram "envergonhados" perante o fotógrafo... ou não estavam preparados.
O Parque da Paz em Almada é uma Obra só possível com muito empenho e trabalho da autarquia almadense. Antes do 25 de Abril de 1974, estava previsto para toda esta zona de quintas agrícolas, matas e regatos, empreendimentos habitacionais. A Câmara lutou na Justiça pela posse administrativa dos terrenos durante muitos anos, mas conseguiu a expropriação e construiu esta enorme mancha verde, - o pulmão da cidade!. Um parque de, e para  toda a população desta zona da margem sul, que muito honra e dignifica a cidade de Almada.

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